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	<title>&#124; Contemplário &#124;</title>
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	<description>Contemplário lírico de corolários e outros modismos.</description>
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		<title>Revista Blecaute de Literatura e Arte &#8211; Número 9</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 02:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cara(o) Amiga(o), Segue o link para download da 9ª Edição de Blecaute: uma revista de Literatura e Artes, revista digital em formato pdf que tem como objetivo divulgar a produção literária e artística (contos, poemas, ensaios, dicas de leitura) de &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2011/08/22/revista-blecaute-de-literatura-e-arte-numero-9/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=424&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cara(o) Amiga(o),</p>
<p>Segue o link para download da 9ª Edição de <strong><em>Blecaute</em></strong><em>: uma revista de Literatura e Artes</em>, revista digital em formato pdf que tem como objetivo divulgar a produção literária e artística (contos, poemas, ensaios, dicas de leitura) de “novos” autores e artistas paraibanos, assim como de agentes de outros estados do nordeste, do Brasil e membros dos países lusófonos que interajam de algum modo com a literatura atualmente produzida no Estado da Paraíba.</p>
<p>O download da revista deve durar no máximo 6 minutos, em conexões mais lentas. Por favor, repasse esta edição de <strong>Blecaute</strong> para os seus contatos e ajude a divulgar esta iniciativa.</p>
<p>Obrigado e Boa Leitura!</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Bruno Rafael de Albuquerque Gaudêncio</p>
<p>Janailson Macêdo Luiz</p>
<p>João Matias de Oliveira Neto</p>
<p>Flaw Mendes (Editor Visual)</p>
<p>(Os editores)</p>
<p>CLIQUE A SEGUIR P/ DOWNLOAD:</p>
<p><a href="http://contemplario.files.wordpress.com/2011/08/blecaute_uma_revista_de_literatura_e_artes_n9_boa-leitura.pdf">BLECAUTE_Uma_Revista_de_Literatura_e_Artes_N9_Boa Leitura</a></p>
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		<title>Ainda sobre a literatura brasileira contemporânea</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2011/06/09/ainda-sobre-a-literatura-brasileira-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 00:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Tout Court]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Wilson Alves-Bezerra De tempos em tempos, a constatação da irrelevância – ou inexistência – da literatura brasileira nos assombra. Antonio Candido, no prefácio à &#8220;Formação da literatura brasileira&#8221; (1957), traz uma versão nacionalista dessa constatação: “A nossa literatura é &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2011/06/09/ainda-sobre-a-literatura-brasileira-contemporanea/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=419&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family:Verdana;"><strong>Por Wilson Alves-Bezerra</strong></span><span style="font-family:Verdana;"><br />
</span><span style="font-family:Verdana;"><br />
De tempos em tempos, a constatação da irrelevância – ou inexistência – da literatura brasileira nos assombra. Antonio Candido, no prefácio à &#8220;Formação da literatura brasileira&#8221; (1957), traz uma versão nacionalista dessa constatação: “A nossa literatura é galho secundário da portuguesa, por sua vez arbusto de segunda ordem no jardim das Musas&#8230; Comparada às grandes, a nossa literatura é pobre e fraca. Mas é ela, não outra, que nos exprime. Se não for amada, não revelará sua mensagem; e se não a amarmos, ninguém o fará por nós.” Passado meio século do chamamento indulgente de Candido, quando voltamos os olhos ao contexto atual, somos levados a nos perguntar novamente sobre a relevância das nossas letras contemporâneas. </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">No final do ano de 2010, a editora francesa Gallimard publicou uma antologia de contos chamada &#8220;Les bonnes nouvelles de l´Amérique latine&#8221;, organizada pelo venezuelano Gustavo Guerrero e pelo peruano Fernando Iwasaki, com prefácio de Mario Vargas Llosa. Entre os 32 jovens contistas presentes na coletânea, não consta um só escritor brasileiro. Pois bem, para os organizadores ou o Brasil não pertence à América Latina, ou a literatura brasileira também lhes parece desimportante. </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">Recentemente, nas páginas virtuais de O Globo, a partir do debate entre os críticos Beatriz Resende e Alcir Pécora, iniciou-se uma discussão sobre a literatura brasileira contemporânea: Pécora pautou a discussão e declarou que o panorama nacional atual é irrelevante. Daquele debate e seus desdobramentos, ficam-me dois acontecimentos exemplares. O primeiro: após Pécora lançar a rede de sua provocação, alguns jovens escritores locais quiseram desmenti-lo – quando a mera existência de suas obras deveria bastar para tal. O sintomático é que não lançaram manifestos, não escreveram poemas, não argumentaram, não se calaram; lançaram gritos vãos, mostrando-se aludidos, mas sem meios para responder a provocação. O segundo acontecimento: dias depois, em sua página pessoal no facebook, Beatriz Resende reage: “Me enchi desses autores contemporâneos. Vou voltar para o velho Lima, Machado, Guimarães Rosa. Não tem erro e não chateiam ninguém. Se quiser ser moderna, falo de Sarah Kane e outros mortos que já sossegaram o ego”. </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">Pouco afeitos a debates, todos se desmobilizaram, exceto Pécora, que produziu o artigo “A hipótese da crise” (O Globo, 23 de abril 2011). Nele, lança a hipótese de que uma “inflação simbólica” seria a responsável, no mundo atual, pela irrelevância das letras: “É como se o mundo inteiro fosse virtualidade narrativa antes de ser existência particular, e principalmente como se todo mundo fosse interessante o bastante para ser visto/lido.” </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">Ora, a escrita de descarga presente em muitos blogs autorais, às vezes sem qualquer mediação entre escrita e leitura – tal como é retratado no filme “Nome próprio” (Murilo Salles, 2008) – não se confunde com a literatura como tal, é antes frágil tentativa de fazer-se relevante; é extensão, como o feliz nome do filme indica, do nome próprio de seu criador, e não se presta à transmissibilidade, à discussão ou ao diálogo com a tradição. Talvez seja a isso – sob a forma do blog ou do livro – que Pécora se refira. Mas esta escrita, é preciso que se diga, não depende do meio de difusão. Pode-se ser relevante ou descartável em papel ou hipertexto. </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">No caso brasileiro, alguns dos poetas mais relevantes das últimas décadas não tiveram uma trajetória midiática, antes foram absolutamente marginais em relação aos meios dominantes. Penso, por exemplo, em Hilda Hilst e Roberto Piva, que por anos circularam através das tiragens limitadas de Massao Ohno, produzidas e distribuídas artesanalmente. Depois ambos se exilaram, Piva no centro de São Paulo, em seus cursos órficos, para quem quisesse ouvi-lo; Hilda Hilst em sua Casa do Sol, nos arredores de Campinas, entre seus cachorros e seu uísque, mas também de portas abertas. Quando, nos anos 2000, entraram no circuito das letras nacionais, via Editora Globo, sob direção do próprio Pécora, a obra de ambos já estava concluída. Assim, vê-se como os meios disponíveis, a mídia, os blogs, as redes sociais nada têm a ver, a priori, com a criação literária. </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">Por outro lado, a escrita criativa tomada como ofício é a que considera – não ignora e não se verga perante – a tradição. E como já dizia Harold Bloom, mas muito antes dizia Oswald de Andrade, é preciso devorar, deglutir a tradição, para poder criar. Não basta reverenciá-la, e tampouco ser indulgente com ela. Neste sentido, não haveria o velho Lima Barreto e o velho Guimarães Rosa, mas uma tradição viva. E retomando um ensaio célebre de Jorge Luis Borges, “O escritor argentino e a tradição” (1932), nossa linhagem não precisa ser necessariamente a nacional pois, para ele, “devemos pensar que nosso patrimônio é o universo”. </span></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">A definição do filósofo italiano Giorgio Agamben, numa conferência de 2007, sobre o que é ser contemporâneo, permite que recoloquemos a discussão sobre o contemporâneo: “Pertence verdadeiramente ao seu tempo, é verdadeiramente contemporâneo, aquele que não coincide com este, nem está adequado às suas pretensões e é, portanto, nesse sentido inatual; mas, exatamente por isso, exatamente através desse deslocamento e desse anacronismo ele é capaz, mais do que os outros, de perceber e apreender o seu tempo” (p. 58-9). </span></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><span style="font-family:Verdana;">Aos demais, aos que coincidem com as demandas de sua época, a estes não cabe o lugar de exceção. É preciso entender que o escritor que de fato seja relevante não está construindo sua obra para ser o último da longa fila da tradição, pois isso já seria morte em vida, como temos visto nos dias que correm. Quanto ao lugar, no Brasil, da literatura contemporânea que realmente importa, será preciso encontrá-lo. Para tanto, é preciso estar disponível à surpresa, e não ler as obras a partir de lugares calcificados.</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family:Verdana;"><em>WILSON ALVES-BEZERRA é crítico literário, professor da Universidade Federal de São Carlos</em></span></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/419/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/419/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=419&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Críticos X Escritores</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2011/04/26/criticos-x-escritores/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 00:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Tout Court]]></category>
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		<category><![CDATA[Escritores]]></category>
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		<description><![CDATA[Autores reagem a comentários de críticos em debate no IMS Um debate entre os críticos Alcir Pécora e Beatriz Resende publicado no último dia 4 pelo blog do Instituto Moreira Salles irritou escritores brasileiros e desencadeou em blogs e redes &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2011/04/26/criticos-x-escritores/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=413&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align:center;"><strong>Autores reagem a comentários de críticos em debate no IMS</strong></h4>
<p><span style="font-family:Verdana;">Um debate entre os críticos Alcir Pécora e Beatriz Resende publicado no último dia 4 pelo blog do Instituto Moreira Salles irritou escritores brasileiros e desencadeou em blogs e redes sociais uma discussão à qual a própria Beatriz reagiu esta semana anunciando no Facebook que não vai mais escrever sobre literatura contemporânea, da qual se tornou na última década uma das mais conhecidas pesquisadoras no país: “Me enchi desses autores contemporâneos. Vou voltar para o velho Lima, Machado, Guimarães Rosa. Não tem erro e não chateiam ninguém. Se quiser ser moderna, falo de Sarah Kane e outros mortos que já sossegaram o ego.” </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">É também recorrendo ao campo semântico da encheção e seus variantes mais ou menos polidos que escritores reagem às acusações de compadrio feitas durante o debate do IMS e resumidas de modo mais expressivo por Pécora na frase “O espaço da literatura virou o lugar das tias”, referência a um clima de congratulamento mútuo que predominaria no meio literário nacional. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><img class="alignright" title="Marcelino Freire (Foto de Marcos Alves/10-02-2011)" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2011/04/110_2256-marcelino2.jpg" alt="" />— Tias tomam chá e bufam como eles bufavam lá — diz Marcelino Freire, ganhador do Prêmio Jabuti em 2006 pelo livro “Contos negreiros” (Record). — Nós vamos à luta, promovendo encontros, discussões, antologias, revelando gente nova e boa. Ave nossa! Que preguiça! Turma de amigos há em tudo que é lugar. Mas não venham para cima da gente, insinuando armações, máfias. Caralho! Enfim. Digo: estou sem saco. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Em contraste com a cordialidade das “tias” mencionadas por Pécora, Beatriz falou em “gangues” de escritores que se formam para “pegar” outros autores: “um autor que entrou nessa [de] vítima da gangue e não está respondendo bem é o Santiago Nazarian. Ele começou magnificamente, mas de repente algumas gangues dizem ‘ele não é da nossa turma, xô com o Santiago’, aí como reagir a isso? ‘Então já que não sou mesmo disso vou fazer literatura infantojuvenil’”, disse, numa alusão aos últimos livros de Nazarian, cheios de zumbis e bichos falantes.</span></p>
<p>Em seu blog, Nazarian respondeu: “Eu vejo exatamente o oposto; nos primeiros livros eu me preocupava mais em ser aceito, em escrever um livro sério, ser considerado um escritor; com o tempo, percebi que não valia mesmo a pena e procurei fazer apenas o que eu gosto, me divertir, chutar o balde e ir atrás do meu universo realmente — e o que eu sempre gostei foi de garotos andróginos e jacarés assassinos, ora”.</p>
<p>Para o escritor Sérgio Rodrigues, a crítica ao compadrio tem “sabor de anteontem”, como ele escreveu em seu blog Todoprosa  — especialmente se entendida como uma censura aos escritores de São Paulo que deram a si mesmos o título de “Geração 90” (caso do próprio Marcelino, Nelson de Oliveira, André Sant’Anna, Marçal Aquino etc), num esforço assumido de chamar atenção para a própria produção num momento em que a discussão literária do país parecia modorrenta.</p>
<p><span style="font-family:Verdana;">— Eles foram em frente, alguns amadureceram bem, outros não, e soa como uma fuga do assunto desqualificá-los com base no marketing, aliás bastante esperto, que eles usaram para se lançar — afirma Rodrigues.</span></p>
<p>Joca Terron, autor de “Do fundo do poço se vê a lua” (Companhia das Letras), prefere inverter o sentido dos comentários de Pécora e Beatriz:</p>
<p><span style="font-family:Verdana;">— E o papel de tais representantes da crítica como curadores ou jurados dos grandes prêmios literários brasileiros, não faz parte desse desejo de participação contraditório com o papel de quem se arroga tanta isenção?</span></p>
<p>A impressão de uma crise geral do campo literário, que Pécora expôs no início do debate e procura desenvolver no artigo publicado nesta edição do Prosa &amp; Verso, também foi questionada em comentários como o do escritor Vinicius Castro, que contestou a escolha de Paul Auster e Bernard Schlink como exemplos da banalidade da literatura que hoje seria mais incensada: “se quiser bater no peito e dizer que não há nada interessante na literatura atual, que fale daqueles autores realmente respeitados. [Roberto] Bolaño, DFW [David Foster Wallace], [W.G.] Sebald, [Javier] Marías, [J.M.] Coetzee, [Haruki] Murakami, [Mathias] Enard.”</p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Professor da UFBA e mediador da comunidade “Prosa contemporânea 2.0” no Orkut, Antonio Marcos Pereira acha que o debate e as reações a ele revelam dificuldades atuais da crítica, mas também dos autores: </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">— Se a crítica, mesmo consideradas suas nuances, não encontra nada para acolher, é a sua falência que está sendo também atestada, ou a redução de sua função ao meramente reativo ou reacionário, à conservação pura e simples — diz. — O negócio é saber o que se busca tanto com esse desejo de chancela crítica, pois não é diálogo com a crítica o que se busca. O que vejo todo dia são autores putos com resenhas negativas, e morreu o papo. Há um desejo de autonomia criativa total (o que todos têm, num certo sentido), e garantia de aplauso absoluto, sob a forma do reconhecimento da crítica (o prestígio, o capital simbólico e, eventualmente, as premiações partindo daí) e do público (com as vendas, a fama e a fortuna). </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><img class="alignleft" title="João Paulo Cuenca (Foto de Monica<br />
Imbuzeiro/12-08-2010)&#8221; src=&#8221;http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2011/04/110_2256-cuenca1.jpg&#8221; alt=&#8221;" />Autor de “O único final feliz para uma história de amor é um acidente” (Companhia das Letras), João Paulo Cuenca propõe também um olhar duplo sobre o caso:</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">— Respeito a opinião do Pécora sobre a inexistência da literatura contemporânea, e acho que isso me dá direito a acreditar que ele não existe. Eu sei que eu existo. Então a gente pode discutir isso: se eu existo, se ele existe, mas sem que isso signifique que a gente se odeia. É uma discussão de ideias. Tem uma coisa no panorama literário e intelectual brasileiro que é a incapacidade de aceitar o contraditório, a opinião do outro. Tudo vira uma rinha de galos passional.</span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Fonte: http://globo.com</em></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#0000ff;">Comentário:</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#0000ff;">As relações conflituosas entre escritores e críticos são também ecos de um debate atual no seio da literatura paraibana (<a href="http://assassinador.blogspot.com/2011/04/nota-de-repudio-as-opinioes-de-amador.html">ver aqui</a> e <a href="http://assassinador.blogspot.com/2011/04/ego-arte-e-critica.html">aqui</a>). Não por outro motivo, a edição número 2 do Encontro de Literatura Contemporânea, nosso já conhecido evento que se realiza durante o carnaval e o Encontro da Nova Consciência, teve como tema Entre Escritores e Editores: A Trajetória dos Livros, enfatizando o caráter difícil e trabalhoso da chegada dos livros em nossas mãos. Mas, aqueles que se pretendem à veia crítica, à distinguir o joio do trigo, estariam aptos para conhecer os literatos contemporâneos com os olhos do presente, ou somente os críticos do futuro é que poderão julgar esta geração que passa (passará?)?</span><em></em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/413/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/413/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=413&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">j.matias</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Marcelino Freire (Foto de Marcos Alves/10-02-2011)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>II Encontro de Literatura Contemporânea &#8211; Programação Completa -</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2011/02/21/ii-encontro-de-literatura-contemporanea-programacao-completa/</link>
		<comments>http://contemplario.wordpress.com/2011/02/21/ii-encontro-de-literatura-contemporanea-programacao-completa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 22:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Tout Court]]></category>
		<category><![CDATA[Editores]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro]]></category>
		<category><![CDATA[Escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[II ENCONTRO DE LITERATURA CONTEMPORÂNEA “ENTRE ESCRITORES E EDITORES: A TRAJETÓRIA DOS LIVROS” Campina Grande- Paraíba Data: 06 e 07 de Março Horários: das 9 ás 12 horas/ das 14 horas ás 18 horas Local: Centro de Educação (CEDUC II) &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2011/02/21/ii-encontro-de-literatura-contemporanea-programacao-completa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=404&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:right;"><strong> </strong><strong><img class="alignleft" src="http://dc198.4shared.com/img/fgEUH1Os/BLECAUTE_-_Uma_Revista_de_Lite.pdf" alt="" width="141" height="200" /></strong>II ENCONTRO DE LITERATURA CONTEMPORÂNEA</h3>
<h3 style="text-align:right;">“ENTRE ESCRITORES E EDITORES: A  TRAJETÓRIA DOS LIVROS”</h3>
<div style="text-align:right;"></div>
<div style="text-align:left;"><strong>Campina  Grande-</strong> Paraíba</div>
<div><strong>Data:</strong> 06 e 07 de Março</div>
<div><strong>Horários:</strong> das 9 ás 12 horas/ das 14 horas ás 18 horas</div>
<div><strong>Local:</strong> Centro de Educação (CEDUC II)</div>
<p style="text-align:center;">.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>06/03/2010 – Domingo  (Manhã e Tarde)</strong></p>
<p><strong>09h00: Palestra de Abertura:</strong> Literatura e vida literária: a psicologia de um escritor</p>
<p>Ronaldo Monte (PB/AL)</p>
<p>Mediador: Bruno  Gaudêncio (PB)</p>
<p><strong>10h30: Mesa- Redonda I: Do  antologista ao tradutor: lances de um mercado</strong></p>
<p>Rinaldo de Fernandes (PB/MA)</p>
<p>Teodoro Lorent (EUA)</p>
<p>Mediador: João Matias  de Oliveira (PB/CE)</p>
<p><strong>14h00:</strong> <strong>Mesa-Redonda  II: Livro, leitura e literatura: a produção de eventos</strong></p>
<p>Lau Siqueira (PB/RS)</p>
<p>Mirtes Waleska (PB)</p>
<p>Jairo César (PB)</p>
<p>Mediador: Janailson  Macedo (PB)</p>
<p><strong>15h30: Lançamento e sorteios de  Livros</strong></p>
<p><strong>07/03/2010 – Segunda  (Manhã e Tarde)</strong></p>
<p><strong>09h00: Mesa-Redonda III: Editores e  Editoras: A relação com os escritores</strong></p>
<p>Helder Pinheiro (PB/CE)</p>
<p>Magno Nicolau (PB)</p>
<p>Mediador: Bruno  Gaudêncio (PB)</p>
<p><strong>10h30: Mesa-Redonda IV: Poesia  e(m) Prosa: Modelos e alternativas de publicação</strong></p>
<p>Thiago Lia Fook (PB)</p>
<p>Roberto Menezes (PB/PE)</p>
<p>André de Sena (PE)</p>
<p>Mediador: Bruno Ribeiro (PB/MG)</p>
<p><strong>14h00:</strong> <strong>Mesa-  redonda V: Literatura e Entretenimento: Na busca de um leitor constante</strong></p>
<p><strong> </strong>Ricardo Kelmer (SP/CE)</p>
<p>Mabel Amorim (PB/AL)</p>
<p>Efigênio Moura (PB)</p>
<p>Mediador: Janailson Macedo (PB)</p>
<p><strong>16:00: Palestra de Encerramento :  Sobre Livros e Mulheres</strong></p>
<p>Vitória Lima (PB/PE)</p>
<p>Mediador: João Matias  de Oliveira (PB/CE)</p>
<p><strong>16h30: Lançamento e sorteio de  Livros</strong></p>
<p><strong>Organização: </strong></p>
<p><strong>Núcleo Literário Blecaute/ XX  Encontro da Nova Consciência</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/404/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=404&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">j.matias</media:title>
		</media:content>

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	</item>
		<item>
		<title>Revista Blecaute de Literatura e Arte &#8211; Número 6 &#8211; Ano 2</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2010/09/21/revista-blecaute-de-literatura-e-arte-numero-6-ano-2/</link>
		<comments>http://contemplario.wordpress.com/2010/09/21/revista-blecaute-de-literatura-e-arte-numero-6-ano-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 03:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Tout Court]]></category>
		<category><![CDATA[Midiáticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cara(o) Amiga(o), Segue o link para download da 6ª Edição de Blecaute: uma revista de Literatura e Artes, revista digital em formato pdf que tem como objetivo divulgar a produção literária e artística (contos, poemas, ensaios, dicas de leitura) de &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/09/21/revista-blecaute-de-literatura-e-arte-numero-6-ano-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=396&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cara(o) Amiga(o),</p>
<p>Segue o link para download da  6ª Edição de <strong><em>Blecaute</em></strong><em>: uma revista de  Literatura e Artes</em>, revista digital em formato pdf que tem como objetivo divulgar a produção literária e artística (contos, poemas, ensaios, dicas de leitura) de “novos” autores e artistas  paraibanos, assim como de agentes de outros estados do nordeste, do Brasil e membros  dos países lusófonos que interajam de algum modo com a literatura atualmente produzida no Estado da Paraíba.</p>
<p>O download da revista deve  durar no máximo 3 minutos, em conexões mais lentas. Por favor, repasse esta  edição de <strong>Blecaute</strong> para os seus contatos e ajude a divulgar esta  iniciativa.</p>
<p>Obrigado e Boa Leitura!</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Bruno Rafael de Albuquerque  Gaudêncio</p>
<p>Janailson Macêdo Luiz</p>
<p>João Matias de Oliveira Neto</p>
<p>(Os editores)</p>
<p style="text-align:center;">CLIQUE A SEGUIR P/ DOWNLOAD:</p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://contemplario.files.wordpress.com/2010/09/blecaute_uma_revista_de_literatura_e_artes_ed6_n6_boa_leitura.pdf">BLECAUTE_Uma_Revista_de_Literatura_e_Artes_Ed6_N6_Boa_Leitura</a></p>
<p style="text-align:right;">Contatos  e informações:</p>
<p style="text-align:right;">www.revistablecaute.blogspot.com</p>
<p style="text-align:right;">revistablecaute@gmail.com</p>
<div style="text-align:right;">
<p style="text-align:right;">https://twitter.com/revistablecaute</p>
</div>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="text-decoration:underline;">ÍNDICE  da 6ª edição</span></strong><strong><em> </em></strong></p>
<div style="text-align:right;">
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>EDITORIAL</strong><strong> </strong></td>
<td width="489"><strong>A arte de ser um   escritor iniciante</strong></p>
<p>Os editores</td>
<td width="35"><strong><em>5</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></p>
<p><strong>CONTO</strong></td>
<td width="489"><strong>Allegro  ma non troppo</strong></p>
<p>Lucia    Bettencourt – RJ</td>
<td width="35"><strong>8</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>COLUNA</strong></td>
<td width="489"><strong>Guimarães Rosa:   um retrato </strong></p>
<p>Franklin Jorge  – RN</td>
<td width="35"><strong>11</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>POEMAS</strong></td>
<td width="489"><strong>Caronte,   Epitáfio, Via-Láctea e Eclipse </strong></p>
<p>Vitor  Nascimento Sá – BA</td>
<td width="35"><strong>13</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>ENSAIO</strong></td>
<td width="489"><strong>A ficção   científica, os robôs e a modernidade – Segunda parte </strong></p>
<p>João Matias de  Oliveira-CE/PB</td>
<td width="35"><strong>16</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>POEMAS</strong></td>
<td width="489"><strong>Poema   de Beneficência, Açúcar-Matéria, Em parte, Onze palavras e Carbono</strong></p>
<p>Sylvia Beirute  &#8211; POR</td>
<td width="35"><strong>24</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>HUMOR</strong></td>
<td width="489"><strong>Conto materno   kafkaniano</strong></p>
<p>Valdênio  Freitas &#8211; PB</td>
<td width="35"><strong>27</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>POEMAS</strong></td>
<td width="489"><strong>Poética X,   Bocejo, Do lado de dentro, Consuelo, Carta I </strong></p>
<p>Fidélia  Cassandra – PB</td>
<td width="35"><strong>29</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>CONTO</strong><strong> </strong></td>
<td width="489"><strong>Sapo, café e um  hipermercado </strong></p>
<p>Francisco  Cabral Júnior – RN/PB<strong> </strong></td>
<td width="35"><strong>33</strong></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2"><strong>ESTANTE</strong></td>
<td width="489"><strong>O Escritor e seus   intervalos – Hildeberto Barbosa Filho</strong></p>
<p>Bruno   Gaudêncio – PB</td>
<td width="35"><strong>38</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="489"><strong>Antologia   da Poesia negra brasileira: o negro em versos – Luiz Carlos dos  Santos, Maria   Galas e Ulisses Tavares (org.)</strong></p>
<p>Janailson  Macêdo Luiz – PB</td>
<td width="35"><strong>40</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>POEMAS</strong></td>
<td width="489"><strong>Singular, Da   Pampa, Fragmentos de um poema triste, Fruta madura e Criança </strong></p>
<p>Cláudio Carlos  – RS</td>
<td width="35"><strong>42</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>CONTO</strong></td>
<td width="489"><strong>Os Sábios de   Baruch </strong></p>
<p>Thiago Lia  Fook – PB</td>
<td width="35"><strong>46</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></p>
<p><strong>ENSAIO</strong></td>
<td width="489"><strong> </strong></p>
<p><strong>Iconografia   do sofrimento: fotografias de guerra em Susan Sontag </strong></p>
<p>José Luciano  de Queiroz Aires – PB</td>
<td width="35"><strong>52</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/396/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/396/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=396&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">j.matias</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Agosto das Letras</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/26/agosto-das-letras/</link>
		<comments>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/26/agosto-das-letras/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 04:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogmatias.org/?p=394</guid>
		<description><![CDATA[Programação do Agosto das Letras Cidade: João Pessoa &#8211; PB Local: Ponto de Cém Réis Dia 27 &#8211; Sexta Oficina: Livro artesanal de papelão com Dulcinéia Catadora Quantas pessoas: 20 pessoas Horário: 14h às 17h Local: Casarão 34 Cine Clube &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/08/26/agosto-das-letras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=394&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><span style="color:#984806;"><span style="font-size:x-large;"><strong>Programação do Agosto das Letras</strong></span></span></p>
<h5>Cidade: João Pessoa &#8211; PB</h5>
<p>Local: Ponto de Cém Réis</p>
<h5><span style="font-size:large;">Dia 27 &#8211; Sexta</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Oficina: Livro artesanal de papelão com Dulcinéia Catadora</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Quantas pessoas: 20 pessoas</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Horário: 14h às 17h</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Casarão 34</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Cine Clube Casarão 34 (ou telão no Ponto de Cem Reis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mostra de Curtas &#8211; Literatura em foco</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 19h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Mesa Redonda: Caminho das pedras: autores x editores</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Homero Fonseca (PE)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Raimundo Carrero (PE)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Raimundo Gadelha (RJ)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mediador: Sérgio de Castro Pinto (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 18h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Funjope &#8211; Duque de Caxias, 352 &#8211; Centro</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Lançamento de Livro</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Coleção Novos Escritos &#8211; Cordel (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Pça Vidal de Negreiros (Ponto de Cem Réis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 19h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 20h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Show musical:</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Xisto Medeiros (lançamento do disco Prana)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Pça. Vidal de Negreiros (Ponto de Cem Réis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Horário: 20h30 </span></h5>
<h5><span style="font-size:large;">Dia 28 &#8211; Sábado</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Oficina: A arte do Conto &#8211; com Clube do Conto</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Quantas pessoas: 20 </span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Horário: 14h às 17h</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Casarão 34</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Cine Clube Casarão 34 (Ou Ponto de Cem Reis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mostra de Curtas &#8211; Literatura em foco</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 19h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Mesa Redonda 1: Circulação do livro &#8211; ou dez maneiras de atrair leitores</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Rosa Amanda Strausz (RJ)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Maria Valéria Rezende (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Rinaldo de Fernandes (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Pedro Salgueiro (CE)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">(Grupo Estilingues) (SP)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mediador: Antônio Mariano (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 19h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Funjope &#8211; Duque de Caxias, 352 &#8211; Centro</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Mesa Redonda 2: Literatura e novas tecnologias</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Edson Cruz (SP) </span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Marcelino Freire (PE)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Amador Ribeiro Neto (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mediador: Linaldo Guedes (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 19h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Funjope &#8211; Duque de Caxias, 352 &#8211; Centro</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Lançamento de Livros</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">O que é poesia?</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Autor: Edson Cruz (SP)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Pça Vidal de Negreiros (Ponto de Cem Réis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 19h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 20h30</span></h5>
<p><span style="font-size:x-small;"><br />
</span></p>
<h5><span style="font-size:x-small;">Show musical:</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Victor Ramil (RS)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Pça. Vidal de Negreiros (Ponto de Cém Réis</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 21h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:large;">Dia 29 &#8211; Domingo</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Oficina:  Poesia Visual com Constança Lucas</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Quantas pessoas: 20</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Horário: 14h às 17h</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Casarão 34</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Performance teatral de Nova Palmeira </span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Ponto de Cem Réis</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Horário: 16h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Cine Clube Casarão 34 (ou no Ponto de Cem Reis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mostra de Curtas &#8211; Literatura em foco</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 19h30</span></h5>
<h5></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Mesa Redonda 1: Bom de ler: a crítica e a paixão</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Hildeberto Barbosa (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Sônia Ramalho (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Alfredo Monte (MG)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Aleiton Fonseca (BA)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mediador: Ronaldo Monte (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 17h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 18h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Sala Funjope &#8211; Duque de Caxias, 352 &#8211; Centro</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;"><strong>Mesa Redonda 2: Literatura e adaptações</strong></span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">João Batista de Brito (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Ronaldo Corrêia de Brito (PE)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Vitor Ramil (RS) </span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Wellington Pereira (PB) </span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Mediador: Renato Félix (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 19h00</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 20h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Sala Funjope &#8211; Duque de Caxias, 352 &#8211; Centro</span></h5>
<h5></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Homenagens:</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Antonio Arcela (com integranges da Oficina Literária)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Geraldo Maciel</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Jomard Muniz de Brito</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Lançamento de Livros</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Bruno Gaudêncio (PB)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">João Matias de Oliveira (PB)</span></h5>
<h5></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Local: Pça Vidal de Negreiros (Ponto de Cem Réis)</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Início: 20h45</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Término: 21h30</span></h5>
<h5><span style="font-size:x-small;">Encerramento.</span></h5>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/394/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=394&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Pela federalização do caso Manoel Mattos</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/24/pela-federalizacao-do-caso-manoel-mattos/</link>
		<comments>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/24/pela-federalizacao-do-caso-manoel-mattos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 03:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebo um pedido para divulgar a petição on-line pela federalização do caso Manoel Mattos, cujas informações mais detalhadas encontra-se no link a seguir: http://acertodecontas.blog.br/clipagem/manoel-matos-executado-na-pb/ A seguir, mensagem transcrita de minha amiga Gilmara seguido do link para assinar a petição pela &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/08/24/pela-federalizacao-do-caso-manoel-mattos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=391&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo um pedido para divulgar a petição on-line pela federalização do caso Manoel Mattos, cujas informações mais detalhadas encontra-se no link a seguir:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://acertodecontas.blog.br/clipagem/manoel-matos-executado-na-pb/" target="_blank">http://acertodecontas.blog.br/clipagem/manoel-matos-executado-na-pb/</a></p>
<p style="text-align:left;">A seguir, mensagem transcrita de minha amiga Gilmara seguido do link para assinar a petição pela Federalização do Caso Manoel Mattos:</p>
<blockquote><p>&#8220;A Dignitatis-  Assessoria Técnica Popular, a ONG que faço parte de advogados populares e  defensores de Direitos Humanos está acompanhando o Incidente de  deslocamento de Competencia de n°2 , relativo ao pedido de federalização  do caso do defensor de direitos humanos assassinado Manoel Mattos e de  cerca de 200 casos relativos a atuação de grupos de extermínio na  fronteira de PB e PE.<br />
Pois bem, estamos comandando uma campanha de  apoio ao IDC. Com petição on line e envio de cartas ao ministros do STJ.  Vou te enviar o link, queria te pedir o teu email e por favor que você  divulgasse para todos os seus contatos&#8221;</p></blockquote>
<p>Assine aqui:</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a rel="nofollow" href="http://www.petitiononline.com/dignitat/petition.html" target="_blank">http://www.petitiononline.com/dignitat/petition.html</a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Pela Federalização do Caso Manoel Mattos.</strong></p>
<p style="text-align:right;"><em>blogmatias.org</em><strong><br />
</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/391/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=391&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Cor e o Cheiro da Feira</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/09/a-cor-e-o-cheiro-da-feira/</link>
		<comments>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/09/a-cor-e-o-cheiro-da-feira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 18:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Midiáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista para a TV Itararé sobre o documentário A Cor e o Cheiro da Feira. A direção não é só minha, como a apresentadora falou, mas também do amigo e competente produtor cultural Allan Cleyton. Nem eu sou jornalista, conforme &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/08/09/a-cor-e-o-cheiro-da-feira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=386&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Entrevista para a TV Itararé sobre o documentário A Cor e o Cheiro da Feira. A direção não é só minha, como a apresentadora falou, mas também do amigo e competente produtor cultural Allan Cleyton. Nem eu sou jornalista, conforme o subtítulo da reportagem, embora formado em comunicação social &#8211; sendo assim, comunicólogo, não jornalista. Errinhos bobos, amigos e colegas, porém curti bastante a reportagem. Gostei muito da escolha das cenas! Acompanhem:</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/08/09/a-cor-e-o-cheiro-da-feira/"><img src="http://img.youtube.com/vi/TFrnbo7QOG4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:left;"><em>blogmatias.org</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/386/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/386/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=386&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Harvard Deparment of Sociology</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/06/harvard-deparment-of-sociology/</link>
		<comments>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/06/harvard-deparment-of-sociology/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 15:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre o ranking das melhores universidades do mundo, nosso (a gente, Brasil) maior topo é o da Universidade de São Paulo, em 122o. lugar. Não creio em uma lista que ponha qualquer faculdade de esquina dos EUA lado a lado &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/08/06/harvard-deparment-of-sociology/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=374&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre o ranking das melhores universidades do mundo, nosso (a gente, Brasil) maior topo é o da Universidade de São Paulo, em 122o. lugar. Não creio em uma lista que ponha qualquer faculdade de esquina dos EUA lado a lado com nossa USP. Embora ingênuo, o &#8216;americocentrismo&#8217; desta lista me pareceu tão exagerado quanto o é, também, a exclusão da École des hautes etudes en scienses sociales dos primeiros no ranking. Ora, a universidade por onde passaram Pierre Bourdieu e Claude Lévi-Strauss mereceria um maior prestígio entre as outras.</p>
<p>Site deles:</p>
<p>http://www.ehess.fr/fr/</p>
<p>Para ver a lista:</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.webometrics.info/top12000.asp?offset=0" target="_blank">http://www.webometrics.info/top12000.asp?offset=0</a></p>
<p>Mas, deparei com o site do departamento de sociologia de Harvard, tida como a melhor do mundo. Surpreso, constatei a absoluta prevalência de trabalhos nas áreas de Cultura e Identidade (minha linha de pesquisa) no programa de pós-graduação.  Trabalhos do nível de interesse (e envegardura) deste: “Rethinking Japanese National Identity: Narratives  of Japanese Intellectuals”  &#8211; web site <a rel="nofollow" href="http://migre.me/12N3W" target="_blank">http://migre.me/12N3W</a>.</p>
<p>Encontro o site do próprio departamento de sociologia de Harvard em minhas pesquisas. É o tema deste tópico:</p>
<blockquote><p>Founded in the 1930s, the Department of Sociology at Harvard has a rich  tradition of fundamental contributions to social science. Whether the  grand theory of Talcott Parsons, the social networks of Harrison White,  or the urban inequality research of William Julius Wilson, every era in  the department’s history has shaped social inquiry on an international  scale. Especially since its experimental heyday in the 1950&#8242;s and  60&#8242;s—when psychology, sociology, and anthropology collaborated in the  former Department of Social Relations—life has never been dull. Indeed,  Harvard’s “relational turn” of the mid 20th century has proven  visionary.</p>
<p>Combining small size with intellectual diversity and a wide variety of  research methods, the current department continues to draw energy from  the unique larger community that is Harvard and the creative nexus of  the Boston-Cambridge area. After a recent period of faculty growth, the  Department of Sociology at Harvard is also embarked on a trajectory of  new projects and ideas that is interwoven with our dedication to  training the next generation of leaders.  We welcome your visit, virtual  or otherwise, and urge you to engage the research and teaching that  make up our latest efforts.</p>
<p><em><strong>Robert J. Sampson,</strong> Chair  2005-10 </em></p></blockquote>
<p><em>Os interessados em visitar o site:</em></p>
<p>http://www.wjh.harvard.edu/soc/</p>
<p>Ao longo desta nova fase do blog, tentarei postar mais com minhas próprias palavras. Sair deste ostracismo de blogueiro reprodutor de conteúdos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contemplario.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contemplario.wordpress.com/374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=374&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Carrascoza</title>
		<link>http://contemplario.wordpress.com/2010/08/03/carrascoza/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 21:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jotamatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos ou Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-A-Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Tout Court]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿ A dor e o aprendizado da finitude Em Espinhos e Alfinetes, João Carrascoza traz personagens em confronto com a perda Publicado em 03 de agosto de 2010 TAGS: Contos, João Carrascoza, Literatura brasileira Carrascoza: &#8220;Crescer é dar à dor &#8230; <a href="http://contemplario.wordpress.com/2010/08/03/carrascoza/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contemplario.wordpress.com&amp;blog=6497724&amp;post=367&amp;subd=contemplario&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>﻿</p>
<h1>A dor e o aprendizado da finitude</h1>
<div>
<h5>Em Espinhos e Alfinetes, João Carrascoza  traz personagens em confronto com a perda</h5>
</div>
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<h5>Publicado em 03 de agosto de 2010</h5>
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<h5><strong>TAGS:</strong> <a rel="tag" href="http://revistacult.uol.com.br/home/tag/contos/">Contos</a>,  <a rel="tag" href="http://revistacult.uol.com.br/home/tag/joao-carrascoza/">João Carrascoza</a>, <a rel="tag" href="http://revistacult.uol.com.br/home/tag/literatura-brasileira/">Literatura brasileira</a></h5>
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<div id="attachment_6413">
<h5>Carrascoza:  &#8220;Crescer é dar à dor a sua devida dimensão&#8221;</h5>
</div>
<h5><em>Wilker Sousa</em></h5>
<h5>“A aprendizagem – que nos alarga o entendimento, que nos torna seres  compassivos, em comunhão com os demais –, muitas vezes só se dá por meio  das perdas.” Nesta frase, o escritor paulista João Carrascoza parece  focalizar o eixo de <em>Espinhos e Alfinetes</em>, seu quinto livro de  contos. Nas onze narrativas, Carrascoza se debruça sobre a experiência  da perda ao construir personagens que, a partir do amargo confronto com a  finitude, alargam suas percepções diante do mundo e da vida.</h5>
<h5>O tema da infância se faz presente como alegoria da inocência e do  encantamento posteriormente rarefeitos no decurso da vida. Rarefeitos,  porém não extintos. “O olhar é de esperança, de valorização dos momentos  que, embora comuns, podem, de súbito, trazer-lhes novamente o selo do  encantamento”, afirma o autor. Na entrevista a seguir, Carrascoza fala à  CULT sobre <em>Espinhos e Alfinetes </em>e comenta questões temáticas e  estilísticas que perpassam sua obra.</h5>
<h5><strong><br />
CULT – O ponto de partida dos narradores de <em>Espinhos e Alfinetes</em> é a infância, período em geral associado ao encantamento do mundo. No  decorrer de suas vidas, porém, os personagens perdem o encanto pela  vida. Na sua opinião, a literatura é capaz de refazer esse vínculo  perdido?</strong><br />
<strong><br />
João Carrascoza –</strong> A literatura, como ação sublimadora, pode  reencantar tanto aquele que conta uma história quanto aquele que a lê.  Neste livro, retificando a sua pergunta, penso que os personagens não  perderam inteiramente o encanto pela vida, ou pelo mundo. Todos estão  passando por um momento de perda, de confronto diante de sua finitude.  Mas seu olhar é de esperança, de valorização dos momentos que, embora  comuns, podem, de súbito, trazer-lhes novamente o selo do encantamento.</h5>
<h5><strong>CULT – A experiência da perda perpassa todo o livro. Acerca  do tema, você declarou: “Quando perdemos alguém, damos também adeus a  quem fomos”. A despeito do inegável sofrimento, a perda também pode ser  vista como positiva na medida em que pode nos levar a conhecer forças  que até então desconhecíamos possuir?</strong><br />
<strong><br />
Carrascoza –</strong> Sim, a medida do nosso poder está na capacidade de  aceitarmos as perdas que vamos colecionando, dia-a-dia, em nossa breve  jornada. A aprendizagem – que nos alarga o entendimento, que nos torna  seres compassivos, em comunhão com os demais –, muitas vezes só se dá  por meio das perdas. Com elas, felizmente ou não, ganhamos uma  compreensão que talvez não alcançássemos de outra maneira. Crescer é dar  à dor a sua devida dimensão, assim como a qualquer outro fato de nossa  existência.</h5>
<h5><strong>CULT – As relações familiares são uma constante em sua obra.  Gostaria que você comentasse a respeito dessa predileção.</strong><br />
<strong><br />
Carrascoza –</strong> Cada escritor tem as suas obsessões e os seus  limites. Somos o que somos, não o que gostaríamos de ser. E o que somos  nos limita o olhar, embora também possa nos ampliar como pessoas.  Interessam-me as relações íntimas entre as pessoas, o pequeno grande  mundo que as une, o oceano que há entre duas criaturas, frente a frente.  E, para mim, essas relações se dão, invariavelmente, no âmbito das  famílias, locus de todas as dores e de todos os amores.</h5>
<h5><strong>CULT – A linguagem dos contos é ora cadenciada (com pontos  finais e parágrafos), ora vertiginosa (sem essas marcas textuais). Como  se dá a escolha da forma no que se refere à exigência do conteúdo?</strong><br />
<strong><br />
Carrascoza –</strong> Cada história pede para ser contada de um jeito.  Para isso, procuro o tom que seja o mais verdadeiro (segundo o meu  sentimento), procuro a pele, ou a casca, em função de seu miolo. A água  se amolda ao vaso que a contém, mas é preciso encontrar o vaso que a  acolha como se tivesse nascido para ela.</h5>
<h5><strong>CULT – Para além dos diálogos, você estende a força da  comunicação aos gestos e às sensações dos personagens como ocorre, por  exemplo, no conto “Poente”. Tal procedimento denuncia a falibilidade da  palavra enquanto principal meio da comunicação humana?</strong><br />
<strong><br />
Carrascoza –</strong> Por vezes, a palavra não diz o que desejamos  dizer. Para isso, há as outras formas de comunicação operando em  simultâneo para tentarmos dizer até mesmo aquilo que nem sabemos o que  é. Precisamos, em certos momentos, aumentar o volume do silêncio para  descobrir onde erramos. Quando estamos num carro e erramos o caminho,  imediatamente desligamos o rádio. A primeira pessoa que devemos ouvir é  nós mesmos.</h5>
<h5><strong>CULT – Na condição de escritor, como você lida com essa  falibilidade?<br />
Carrascoza –</strong> Com humildade. Saber que somos falíveis, que a  linguagem nem sempre nos salva, ensina-nos a amar o outro, que é tão  imperfeito quanto nós.</h5>
<table dir="ltr" border="1" cellspacing="5" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td>
<h5><strong>Trecho do conto “Poente”</strong></h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h5>(…)</h5>
<h5>Sabiam, a vida se vivia aos trechos. E para se inteirar dela cada um  tinha de conquistar regiões no outro ou entregar as suas. Mas havia a  retirada. O perigo de ser só alegria já passara – era sempre efêmero.  Agora fluiriam os dias doloridos, e não haveria como deter o seu  derrame.</h5>
<h5>Ele prosseguiu,</h5>
<h5><em>Vai ser melhor pra todos.<br />
</em>A mulher segurou nos olhos as águas novas, que vinham, ferventes.  Disse,</h5>
<h5><em>Como vamos fazer?</em></h5>
<h5>O homem respondeu,</h5>
<h5>Amanhã eu saio de casa. Alugo uma quitinete.</h5>
<h5>Ela,</h5>
<h5><em>E as coisas?</em></h5>
<h5>Ele,</h5>
<h5><em>Dividimos depois. Temos tão pouco…</em></h5>
<h5>Ela,</h5>
<h5><em>Antes, ao menos tínhamos um ao outro.</em></h5>
<h5>Ele,</h5>
<h5><em>Nem isso temos mais.</em></h5>
<h5>(…)</h5>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h5><strong><img class="alignleft" title="Capa  Espinhos e Alfinetes_CR.ai" src="http://revistacult.uol.com.br/home/wp-content/uploads/2010/08/Espinhos-e-Alfinetes_CR.jpg" alt="" width="100" height="154" />Espinhos e Alfinetes<br />
</strong><em>João Anzanello Carrascoza</em><br />
Record<br />
112 págs. – R$ 34,90</h5>
<p style="text-align:right;">Fonte: Site da Revista Cult</p>
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